quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Negra

Negra


Coxas e ancas largas

Beirando a exuberantes

Mas nunca vagas

Sempre requebrando

Ao se mostrar andante

Evolui como desfila

Sabe bem seu encanto

Essa negra e matreira

Ela é toda faceira

Não há mulher

Mais sabia e feiticeira

Mulher de curvas

Que nos teus olhos

São flechas certeiras

Que nas emoções

E nos sonhos

Podem vir a ser

Verdadeiras


Ulisses Reis®

27/08/2009



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