quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Demi-Sec

Demi-Sec


Neste verão é orvalho da manhã

Tua pele seda refrescante

Sei que é bela e arfante

Na beleza, mulher radiante

Que ai distante

Não te esqueço é fulminante

Sim tens meus versos rasantes

Onde anda teus sorrisos

Quero bagunçar tuas sardas

Ardentes

Fazer um mapa com elas

Onde estiver, radar empolgante

Meu olhar fixo e inebriante

Deslizara em tuas curvas

Linhas de uma Vênus pungente

Onde as coxas vibrantes

Serão, meu repouso constante


Ulisses Reis®

06/11/2009



Traçado

Traçado


Sem velocidade, quase parado

Pois o calor e caldo e é calado

Faz todos molhados

Ai vem você vestido levado

Com decotes, verão malvado

Silhueta a mostra que traçado

Esse calor parado

Teu vestido é um lindo caldo

Caindo sobre teu corpo molhado

Decotes calados, eu parado

Assim malvado, viajo no teu colo

Uma pintura, curvas que traçado

Velocidade não, sem caldo

Essas coxas, traçados, molhadas

Nada mais só calado

Teu olhar também malvado

Reveste tua silhueta parada

Suor, caldo, traçado misturado

As tuas sardas levadas


Ulisses Reis®

06/11/2009



Pagãs

Pagãs


Tenho muita esperança

Do que?

Vida e inteligência

Não só beleza e aparência

Como libriano, busca ardente

Mastigar uma rosa nos dentes

Instigar ou mesmo profanar

Idéias velhas, doutrinas vãs

Mundos pequenos e pagãs

Mulheres fúteis e órfãs

De sentimentos folclóricos

Onde o príncipe é primax

Nada de realidade fugas

Quero mais a liberdade

Do vizinho

Som alto em desatino

Pois assim meu silencio

Não incomoda

Mesmo que seja em

Palavras sem modos

Tenho o Espírito Livre

Sou demasiado humano


Ulisses Reis®

18/10/2009



Anjo caído

Anjo caído


Um corpo que deseja

Sentimentos que almeja

Imaginação nos braços

Puro encanto que estremece

Quando chega e anoitece

Pois vem a calma e o toque

Sem pudores nem rancores

Teu corpo logo terás sabores

De avelã e a suavidade da lã

Sempre quente e atiçando

O fogo em mim despertando

Tenha tudo some meus valores

Que seja intenso, insano

Atrevidamente profano

Sem nenhum engano


Ulisses Reis®

27/10/2009



Me Excitou

Me Excitou


Senti tua presença

Senti teu corpo quente

Teus braços

Chamego presente

Teus lábios beijos

Ardentes

Línguas se encontram

Invadem vão de pronto

Ao delírio

Provoca-me

Evoca-me

Salivas e desejos

Tão exposto

Nosso tesão

E uma fração

Daquilo que vem

De dentro de ti

Mulher meu furacão


Ulisses Reis®

12/09/2009



Dom

Dom


Não preciso falar

Logo vem cá

Venha me alimentar

Com tua boca beijar

Não sinto culpa em amar

Quero você inteira nua

Para meu deleite causar

Vira se mostre me cura

Com tua vivacidade

Em lamber e gostar

Deixa-me em fogo

Para depois saciar

Em ti com carinho

Isso é mentira

Não vai chorar

Depois do inicio acostuma

E vais requebrar e no ritmo

Rebolar

Deixa essa fêmea

Que dentro me tem

Delirar


Ulisses Reis®

21/09/2009



Geografia Especial

Geografia Especial


No centro do Brasil

Ali tem uma mulher

Com uma geografia

Especial

Pois sabe que tem

Relevo excepcional

Sempre carregou paixão

Esse grande sentimento

Sabia que não era ilusão

Hoje desfila com sorriso

E alegria da verdadeira

Cumplicidade

Que essa bela mulher

Merecia

Fica mais sinuosa e linda

Pois esta de bom com a

Vida

Doa carinho e amor

Tem toda retribuição

E fervor

Mas continua exuberante

E sensual

Coisa que valorizou

E nesse Planalto Central

Tem respeito que sonhou

E muitos olhares que

Para uma linda mulher

É normal


Ulisses Reis®

26/09/2009



Vinho

Vinho


Vinho que transporta

Em ti abre tuas comportas

Bebo e te vejo, muitas respostas

Uvas que se fermentam

Em ti mulher, sem lamento

Pois te deixa doce e sexy

Fica devassa e aberta

Beija com gosto e tesão

Dança todas as musicas

És minha, até para conversa

Amo a ti, agora eu exposto

Olhe bem para o meu rosto

Veja em mim singelo moço

Que tem lobo lá dentro

Mas deixa guardado no poço

Lá em baixo depois do pescoço

Só às vezes deixo solto

Vinho que transporta


Ulisses Reis®

07/08/2009



Negra

Negra


Coxas e ancas largas

Beirando a exuberantes

Mas nunca vagas

Sempre requebrando

Ao se mostrar andante

Evolui como desfila

Sabe bem seu encanto

Essa negra e matreira

Ela é toda faceira

Não há mulher

Mais sabia e feiticeira

Mulher de curvas

Que nos teus olhos

São flechas certeiras

Que nas emoções

E nos sonhos

Podem vir a ser

Verdadeiras


Ulisses Reis®

27/08/2009



domingo, 1 de novembro de 2009

Volúpia

Volúpia


Seu jeito insano e com feitiço

Seu beijo de língua e aquoso

Seu seio pequeno e gostoso

Seu fogo intenso e orgulhoso

Seu amor quente e fogoso

Seu dorso caminho perigoso

Seu pescoço lindo sinuoso

Seu respirar forte ofegoso

Seu cabelo desarrumando minucioso

Sua libido grande pecaminoso

Seu calor cúmplice poderoso

Seu caráter essência prestimoso

Seu caminho mulher, é fabuloso


Ulisses Reis®

01/11/2009



Luminoso

Luminoso


Quero teus braços no meu pescoço

No beijo gostoso um alvoroço

Teus gestos e andar doce e malicioso

Me entregue teu suspiro afetuoso

Teu olhar fixo e guloso

Num instante de calmaria carinhoso

Serei teu por inteiro delicioso

E teremos sempre carinho fabuloso

Tudo entre nos glorioso


Ulisses Reis®

01/11/2009