sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Colcha de retalhos


Nada mais sou que uma insana,
buscando por abraços,
destes que se enlaçam
se amassam...
Sem norte, sem sossego,
mas sempre com esperança!
Involuntária desse amor louco,
que me fez uma colcha de retalhos,
vou morrendo aos pouco...
dividindo meu peito em vários pedaços!
Vejo-me num mísero quarto
Sempre a me esconder
de mim... e de você!
Vivendo numa dor sem par
sou ímpar... não sou vulgar!
E quanto mais eu tento me esconder
Mais amor sinto por você!
Amor ímpar...sempre só!
Sem limites...de fazer dó!
Mas a esperança...eterna inimiga,
prende-me cruelmente numa despedida,
remendando os retalhos da vida
talvez eu volte a me achar...
depois que passar essa fadiga!
Pois te amo e sempre vou te esperar...

Vanda Costa-Loba Solitária

Um comentário:

Xocolate disse...

Até para o amor os limites existem, só podemos amar alguém, qdo verdadeiramente nos amamos, esse é o amor incondicional, beijos